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Academias usadas em esquema de suplementos sofrem baque de quase R$ 1 milhão após operação na Bahia

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Investigação revela esquema de estelionato envolvendo estabelecimentos que comercializam suplementos  |   Bnews - Divulgação Divulgação | PCBA
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 11/11/2025, às 07h25 - Atualizado às 07h42



Pontos comerciais e academias localizadas na cidade de Vitória da Conquista, na Bahia, tiveram prejuízo de aproximadamente R$ 1 milhão, após apreensão de suplementos alimentares durante a Operação Cyberconnect, deflagrada pela Polícia Civil.

Conforme divulgado pela polícia, os estabelecimentos eram usados num esquema de estelionato. As investigações revelaram que um homem, de 34 anos, , representante comercial, utilizava empresas de fachada para realizar compras fraudulentas de suplementos e simulava os pagamentos por meio de comprovantes falsos. Ele teria adquirido, de forma fraudulenta, suplementos da marca Strong, totalizando R$ 985.694,00.

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"A empresa vítima, fabricante dos produtos, é sediada em Votuporanga (SP). Parte da carga foi entregue em endereços vinculados ao investigado em Vitória da Conquista, incluindo lojas e academias utilizadas para revenda dos suplementos. Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos nas cidades paulistas de Votuporanga e Itaquaquecetuba", detalhou a Polícia Civil.

Ainda segundo a instituição, as apurações tiveram início em Votuporanga e e apontam que os envolvidos agiram com dolo específico  ou seja, com a intenção consciente de obter vantagem indevida. "As evidências também indicam possível associação criminosa, diante da atuação coordenada e do uso de diferentes pessoas jurídicas para viabilizar as fraudes comerciais", disse a Polícia Civil.

A operação foi executada pela Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Vitória da Conquista, unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic). Todo o material apreendido será restituído ao legítimo proprietário. As investigações seguem em curso para responsabilizar todos envolvidos na prática criminosa. 

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