Polícia
Publicado em 06/08/2025, às 17h09 - Atualizado às 17h19 Cauan Borges e Bernardo Rego
O advogado do major da Polícia Militar, Almir Bispo dos Santos Filho, preso sob suspeita de facilitar a entrada de celulares na Cadeia Pública de Salvador, no bairro da Mata Escura, negou as acusações, nesta quarta-feira (6), e afirmou que seu cliente é inocente. O oficial teve a prisão preventiva decretada durante audiência de custódia realizada nesta manhã.
O major, que atuava como coordenador de planejamento do Batalhão de Guardas da Polícia Militar (BPGd), unidade sediada dentro do Complexo Penitenciário Lemos de Brito, foi detido na última segunda-feira (4). Segundo informações preliminares, ele teria sido flagrado tentando ingressar no presídio com dois aparelhos telefônicos que seriam destinados a um detento.
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Em entrevista ao BNews, o advogado Vivaldo Amaral afirmou que as acusações são infundadas e carecem de provas materiais. “Meu cliente está tendo o sono dos justos. Ele é inocente, e nós vamos provar isso no decorrer da instrução criminal”, declarou Amaral, em frente ao Batalhão de Choque da Polícia Militar, em Lauro de Freitas.
O defensor do agente ainda questionou a condução do caso e a ausência de evidências: “Inicialmente, ele foi acusado de favorecer a entrada de aparelhos telefônicos no interior do presídio. Posteriormente, imputaram, de modo absurdo, a participação dele em uma organização criminosa. E entendemos que isso não é verdade. Não existe filmagem, não existe conversa gravada, não existe fotografia”, concluiu.
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