Neto estava no presídio militar desde a
prisão em flagrante na segunda-feira (14), porém, a Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social de Alagoas (Seris) afirmou que a transferência ocorreu pois não houve comprovação de que o registro militar apresentado por Neto era válido.
O advogado se autoafirma como ex-policial militar nas redes, mas foi desligado do curso de formação de soldados da Polícia Militar da Bahia após ser flagrado usando meios irregulares para responder uma avaliação. O caso ocorreu há 15 anos.
João Neto foi transferido para o presídio Baldomero Cavalcante, para um módulo especial destinado a quem tem curso superior.
Em nota, a defesa do advogado afirmou que ele está bem e se recuperando na UPA. João sofre de um problema no coração. Sobre o processo, a defesa afirma que "este escritório tem adotado todas as medidas cabíveis, estando o referido processo sob segredo de justiça".