Polícia
Dois empresários, alvos da Operação Falso Mercúrio e suspeitos de lavar dinheiro para a facção Primeiro Comando da Capital (PCC), se entregaram à polícia, em São Paulo.
Segundo informações da Folha de SP, eles estavam sendo monitorados pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) após investigações apontarem que eles faziam parte de um esquema formado por empresas usadas para ocultar dinheiro obtido com crimes como tráfico de drogas, jogos de azar, estelionato e extorsão.
Na prática, segundo o portal de notícias, um dos empresários- apontado como peça central no esquema de lavagem de dinheiro - recebia valores ilegais oriundos de máquinas caça-níqueis. Em seguida, após arrecadar quantias de suspeitos vistos como "coletores" de dinheiro do crime, o valor era repassado para contas de laranjas, devolvendo o dinheiro "lavado".
A operação Falso Mercúrio foi deflagrada na última sexta-feira (5), bloqueou até R$ 6 bilhões em contas bancárias e bens de “prestadores de serviço” para o crime organizado no estado de São Paulo. A operação também realizou o sequestro de 257 veículos, avaliados em R$ 42 milhões, e de 49 imóveis, no valor de R$ 170 milhões.
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