Polícia
por Mariana Cedrim
Publicado em 17/01/2026, às 21h39
Uma advogada argentina, que proferiu ofensas racistas em um bar na Zona Sul do Rio, na última quarta-feira (14), teve o passaporte apreendido e terá de usar tornozeleira eletrônica. As medidas foram adoadas por determinação da Justiça, a pedido da 11ª DP (Rocinha), que investiga o caso.
A vítima contou, na delegacia, que a mulher identificada como Agostina Paez, de 29 anos, teria lhe apontado o dedo e proferido ofensas de cunho racial, ao chamá-lo de "negro" de forma pejorativa e discriminatória. A acusada utilizou a palavra "Mono", que na língua espanhola soa como uma ofensa, em referência a macacos.
O motivo da confusão foi um suposto erro no pagamento da conta. Para se certificar, o funcionário decidiu verificar as câmeras do estabelecimento, causando revolta na cliente, que imitou um macaco e reproduziu os sons do animal. A mulher foi à delegacia neste sábado (17), e foi encaminhada para colocar tornozeleira eletrônica.
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