Polícia
Publicado em 22/08/2024, às 08h57 Pedro Moraes
A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) ganhou um elemento para se preocupar na atuação criminosa. Isso porque o Ministério da Justiça e Segurança Pública comprará equipamentos de última geração para combater as ações criminosas nos presídios.
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Nesse sentido, os objetos são dispositivos de proteção contra drones em instalações de alta segurança no Brasil. Pelo menos, sete sistemas fixos, 10 sistemas móveis e 11 fuzis Jammer anti-drone usados para neutralizar os objetos voadores estão no radar para ser comprados, com custo de R$ 62,8 milhões.
Os fuzis Jammer interceptam as ondas de rádio em um raio de 3 quilômetros, assim como podem interromper a comunicação entre o dispositivo e seu operador. As informações foram divulgadas pelo colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles.
Com isso, segundo o portal Metrópoles, o agente que porta o fuzil poderá escolher entre desativar o drone no ar ou assumir seu comando, de modo a fazer com que ele pouse em local específico para ser capturado e ter seu conteúdo apreendido.
Vale mencionar que a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) do Estado de São Paulo e a Superintendência da PF na Bahia também marcam presença na compra dessas armas.
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