Polícia

Assista ao momento em que polícia arromba portões para prender envolvidos com furto de petróleo

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A Operação Haras do Crime resultou na prisão de sete suspeitos  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Instagram | @policiacivil_rj
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 23/01/2026, às 06h28 - Atualizado às 06h35



A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) divulgou imagens que mostram o exato momento em que suspeitos de envolvimento com furto de petróleo foram presos, nesta quinta-feira (22), durante a Operação Haras do Crime.

A ação, que ocorreu em vários estados do Brasil, incluindo Sergipe, no Nordeste, resultou na captura de sete pessoas. "O grupo atuava com perfurações clandestinas em oleodutos, transporte interestadual do petróleo e uso de empresas de fachada para comercialização do produto, além de ameaças a testemunhas e destruição de provas", detalhou a polícia.

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Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o grupo passou a ser investigado em junho de 2024, quando policiais militares se dirigiram à Fazenda Garcia, espólio do falecido contraventor Waldemir Paes Garcia, em Guapimirim, para verificar a informação de que um grupo com cerca de 15 pessoas armadas estaria furtando petróleo do duto que passa no interior da propriedade. 

Modus operandi

Por meio de nota divulgada à imprensa, a Polícia Civil do RJ detalhou como era a atuação do grupo. "O modus operandi identificado pela investigação demonstrou a existência de um ciclo criminoso integrado, que se iniciava com a perfuração clandestina do duto e a proteção armada do ponto ilegal. Depois, era realizado um carregamento rápido do petróleo em caminhões-tanque e, assim, era concretizado o transporte clandestino do produto por rotas interestaduais. Por fim, o insumo era comercializado mediante notas fiscais falsificadas, emitidas por empresas fachadas", informou. 

Ainda segundo a instituição, durante as investigações foram comprovadas tentativas de intimidação reiteradas de testemunhas, destruição de provas eletrônicas e ocultação de equipamentos utilizados na prática.

"Foi identificado que o núcleo operacional da organização criminosa também foi escolhido de forma estratégica. O endereço é situado em uma fazenda no município de Guapimirim, na Baixada Fluminense, onde passa um trecho do oleoduto. O local, inclusive, pertence a uma família de contraventores, o que demonstrou a dificuldade de fiscalização na localidade", disse a Polícia Civil.

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