Polícia

Ator acusado de estuprar criança é indiciado pela Polícia Civil

Marco Aurélio Furlan é acusado de estuprar criança em aniversário - Reprodução: Redes sociais
Ele foi preso em flagrante na madrugada do dia 2 de agosto, durante festa de aniversário em chácara  |   Bnews - Divulgação Marco Aurélio Furlan é acusado de estuprar criança em aniversário - Reprodução: Redes sociais

Publicado em 12/08/2026, às 19h38   Elisa Martins



O ator Marco Aurélio Dias Furlan, acusado de abusar criança de cinco anos no interior paulista e preso em flagrante, foi indiciado pela Polícia Civil de São Paulo. Após o indiciamento, o ator foi transferido para uma cela na Penitenciária de Pinheiros, na capital Paulista. 

Ele havia sido preso em flagrante na madrugada do dia 2 de agosto, durante festa de aniversário da prima em Pindamonhangaba. Segundo Maria Fernanda Mituo, advogada da família da vítima, uma criança autista não verbal, a mãe encontrou o filho despido em um quarto com o artista, também sem roupas. A criança reclamava de dores na região anal e foi levada ao pronto-socorro. 

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Em uma publicação nas redes sociais, a advogada diz que o relatório final da investigação considerou os depoimentos da mãe, testemunhas e policiais envolvidos no processo. A nota foi apagada poucos minutos depois. 

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Contudo, de acordo com o laudo do Instituto Médico Legal (IML), assinado pelo médico-legista Rodrigo Carvalho de Almeida, não há evidências de práticas sexuais no menino. O documento ainda espera o resultado de outros procedimentos para concluir a situação. 

A defesa de Furlan afirma que ele é inocente e que estava apenas muito embriagado quando deitou ao lado da vítima. Ela também critica a conclusão do inquérito que foi feito em quatro dias. Entre os outros pontos questionados estão a falta do recolhimento de depoimento de todos que ficaram na casa após a festa, além da não análise de outros vestígios.

No inquérito, policiais militares presentes no momento da prisão disseram que a explicação de Furlan era que havia entrado no quarto errado. 

A Polícia Civil dará prosseguimento às investigações em sigilo pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Pindamonhangaba. Informações a mais sobre o caso serão assim mantidas por envolver um menor de idade e pela natureza do caso.

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