Polícia

Auditor fiscal preso em operação contra sonegação fiscal deixa clínica psiquiátrica e é transferido para presídio

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A Justiça nega pedido de prisão domiciliar e determina transferência do auditor para o Conjunto Penal de Feira de Santana  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 21/09/2026, às 11h27 - Atualizado às 11h28



O auditor fiscal da Sefaz-BA (Secretaria Estadual da Fazenda), Olavo José Gouveia Olivia, voltou a ser preso em Salvador após receber alta de uma clínica psiquiátrica onde tratava um quadro de depressão grave e ansiedade. Inicialmente, ele foi internado no Hospital da Bahia e, posteriormente, na Clínica Holiste Psiquiatria. 

O ex-coordenador de fiscalização de petróleo e combustíveis é investigado na Operação Khalas por participação em uma organização criminosa envolvida em esquema de corrupção, manipulação de dados e crimes tributários no setor de combustíveis.

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A ordem de prisão preventiva foi expedida pela Justiça de Feira de Santana, no centro norte da Bahia, e mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Corte negou o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa.

Em outro processo por posse ilegal de arma, ele tinha conseguido liberdade provisória e ficou submetido a medidas cautelares, entre elas o comparecimento bimestral em juízo e proibição de ausentar-se da comarca sem autorização. No entanto, o juiz decretou prisão preventiva em relação às acusações de corrupção e ele foi transferido da clínica para a custódia policial.

Após a realização da audiência de custódia, que confirmou a manutenção da prisão preventiva, a Justiça rejeitou os pedidos para que ele cumprisse a pena na capital baiana e determinou sua transferência para o Conjunto Penal de Feira de Santana. A Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) dará o suporte médico e psiquiátrico necessário durante o período de prisão.

O Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb) abriu apuração sobre a conduta da clínica após denúncia da família em relação a alta médica concedida. A Sefaz-BA instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar as condutas do servidor.

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