Polícia
Mais de duas décadas após o crime que chocou o Brasil, Suzane von Richthofen volta ao centro da polêmica e quebra o silêncio em um documentário inédito — e explosivo. Na produção, ainda sem data de estreia, ela revisita o assassinato dos próprios pais e revela sua versão dos fatos, incluindo os motivos que, segundo diz, levaram ao planejamento do crime brutal.
Com cerca de duas horas, o filme traz Suzane, hoje com 42 anos e em regime aberto, recontando sua história desde a infância. Ela descreve um lar marcado por frieza, ausência de afeto e conflitos constantes. Em relatos fortes, afirma que cresceu sem demonstrações de amor e chegou a presenciar cenas de violência entre os pais, o que, segundo ela, teria impactado profundamente sua vida.
A entrada de Daniel Cravinhos, condenado pelo crime, intensificou ainda mais o caos. Suzane diz que viveu uma relação intensa, repleta de mentiras, enfrentamentos e rupturas familiares. O namoro proibido virou combustível para brigas diárias dentro de casa — cenário que, de acordo com ela, abriu caminho para a tragédia.
Segundo o relato, o crime não surgiu de repente, mas foi sendo construído aos poucos. “Seria melhor se eles não existissem”, revela. Apesar de tentar reduzir sua participação, Suzane admite: “Eu aceitei. Eu os levei pra dentro da minha casa. A culpa é minha”.
Ao relembrar a noite do assassinato, ela diz que ficou no andar de baixo, com as mãos nos ouvidos, enquanto tudo acontecia — consciente, mas em estado que descreve como “automático”, “como um robô”. Ainda assim, reconhece: poderia ter impedido tudo.
O documentário também reacende dúvidas e controvérsias, incluindo relatos da polícia sobre o comportamento de Suzane dias após o crime — versão que ela contesta. Intitulada provisoriamente de “Suzane vai falar”, a produção já movimenta as redes sociais e promete reacender um dos casos mais chocantes do país. Além do passado, o filme mostra sua vida atual, o casamento e a tentativa de recomeço..
Classificação Indicativa: Livre
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