Polícia

Conheça quadrilha de Chucky, que movimentou fortuna milionária com 25 bocas de fumo

Arquivo Pessoal
Fabiano da Silva Lira, conhecido como Chucky, foi preso após movimentar milhões com o tráfico de drogas  |   Bnews - Divulgação Arquivo Pessoal

Publicado em 14/05/2025, às 16h19 - Atualizado às 16h20   Maurício Viana



O chefão de uma organização criminosa que era responsável por comandar o tráfico de drogas na comunidade Cidade Estrutural no Distrito Federal está sendo investigado pela Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) da Polícia Civil local.

As investigações apontam que Fabiano da Silva Lira, conhecido com Chucky, movimentou R$150 milhões em dois anos devido à venda de drogas em 25 bocas de fumo. O traficante que costumava compartilhar sua rotina nas redes sociais foi preso.

De acordo com a polícia, o líder do esquema movimentou em sua conta pessoal cerca de R$6 milhões entre janeiro de 2022 e outubro de 2024. Ao todo, o fluxo financeiro de todo o esquema movimentou pelo menos R$150 milhões em um período de dois anos.

Megaoperação mira lavagem de dinheiro do tráfico

O bando comandado por Chucky vem sendo alvo de uma megaoperação que foi desencadeada nas primeiras horas desta quarta-feira. A organização se especializou na lavagem de suas fortunas que foram conquistadas com a venda de cocaína, maconha e crack.

A operação batizada como Monopólio está cumprindo 22 mandados de busca e apreensão em localidades do Distrito Federal como Estrutural, Paranoá, Ceilândia, Águas Claras, Samambaia e também em Aparecida de Goiânia em Goiás. Os investigadores também solicitaram à Justiça o bloqueio de 26 contas bancárias e o sequestro de bens como carros, imóveis residenciais e estabelecimentos comerciais.

Grupo usava violência e financiava defesa de presos

A investigação está sendo acompanhada pela 8ª Delegacia de Polícia de Estrutural e as investigações também apontam que a organização criminosa usava de violência para controlar pontos de venda de drogas utilizando armas para inibir as pessoas.

Além disso, também eram patrocinados por Chucky serviços advocatícios para quando algum integrante da organização fosse eventualmente preso. De acordo com o portal Metrópoles, Chucky tinha medo de que os parceiros o entregassem e por isso auxiliava em suas solturas.

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