Polícia

Coutinho comenta agressões aos jogadores do Vitória: “Pano de fundo de uma violência extrema”

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Comandante-geral da PM participou da apresentação dos dados da SSP sobre o primeiro semestre de 2024  |   Bnews - Divulgação Bernardo Rego/BNews
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 17/07/2024, às 14h39 - Atualizado às 14h45



Durante apresentação do balanços dos números relativos às ações de segurança, que ocorreu na sede do Centro de Operações de Inteligência (COI), no CAB, em Salvador, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Paulo Coutinho, comentou a respeito das operações feitas em bairros da capital baiana que têm sido alvos de ações violentas por parte de integrantes de facções criminosas. 

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Segundo Coutinho, a PM faz ações contínuas em quaisquer bairros. “As operações são contínuas em todos os bairros, independente de localização, com maior nível de ostensividade da Polícia Militar  e isso é a nossa recomendação, o que tem surtido muito efeito porque a gente vê uma redução em todos os índices criminais”, pontuou. 


Ele aproveitou para comentar sobre as agressões sofridas pelos volantes do Vitória, Rodrigo Andrade e Dudu, em um bar no bairro de Canabrava, próximo ao estádio Manoel Barradas, o Barradão. 


“Com relação a esse evento pelo que nós temos até agora foi um evento à parte em que devem ser responsabilizados os causadores através de um trabalho que a Polícia Judiciária e que vai trazer com certeza e responsabilizar os autores. Nós não concordamos até porque por trás disso tem um pano de fundo de uma violência extrema e que a gente deve abominar na condição de cidadão”, comentou Coutinho. 


O coronel também foi questionado sobre a possibilidade do retorno da torcida mista nos estádios tal como acontecia no passado. “Me remonta a minha infância, a minha adolescência, onde eu frequentava os estádios de futebol e era dessa forma. E eu acredito que após conversas e diálogos de todos os órgãos, a tendência vai ser em algum dia isso acontecer. O que eu tenho que dizer é que a Polícia Militar estará pronta para cumprir a nossa missão constitucional quando houver esse objetivo a ser cumprido”, finalizou.

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