Polícia
Um dos comparsas de Jefferson Rosa dos Reis, conhecido como 'Jef', morto nesta terça-feira (2), durante confronto com equipes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), no Rio de Janeiro, obrigou um morador a ajudar no socorro do suspeito.
Conforme divulgado pela Polícia Civil, os policiais chegaram na Ladeira dos Tabajaras, na Zona Sul do Rio, para apurar informações de inteligência a respeito dos criminosos que mataram o policial civil João Pedro Marquini, quando foram atacados por um grupo de homens. Ainda segundo a instituição, no revide, um dos envolvidos no ataque foi baleado. "Um dos criminosos ficou ferido e os comparsas obrigaram um morador a levá-lo para um hospital da região em uma kombi", disse a instituição.
Também de acordo com a polícia, os policiais seguiram o veículo e conseguiram chegar até a unidade médica para onde o criminoso foi levado. Jef tinha passagens criminais por tráfico, associação para o tráfico, organização criminosa, roubo de arma de fogo, homicídio e latrocínio.
Jef é apontado pela polícia como um dos responsáveis pelos disparos que atingiram e mataram o policial de elite. O agente João Pedro Marquini, de 38 anos, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), tropa de elite da Polícia Civil,foi morto a tiros no dia 30 de março deste ano, na Estrada de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Marquini era casado com a juíza Tula Mello, que atua no Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. O policial estava em um carro particular e teria sido atacado por bandidos armados com fuzis e pistolas. A magistrada, que estava em outro veículo blindado, não se feriu.
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