Polícia
por Mariana Cedrim
Publicado em 20/08/2026, às 18h53
O delegado Rivaldo Luz, diretor-regional Oeste/Chapada da Polícia Civil, responsável pelo caso da morte da servidora pública Edna Barbosa da Silva, de 41 anos, revelou, nesta quinta-feira (20), que o suspeito do assasinato lavou a própria casa e o carro utilizado para transportar o corpo na tentativa de eliminar vestígios do crime.
Mesmo com o esforço do ex-companheiro da vítima para esconder as provas, os investigadores encontraram manchas de sangue na residência, no veículo e até nas roupas do suspeito, que foram identificadas como sendo da vítima e ajudaram a polícia a concluir a investigação.
"Ele trabalhava como serviços gerais numa empresa contratada (do DPT). Ele sabia a rotina do DPT, a forma que a polícia trabalha. Lavou o carro, lavou sua casa, mas o DPT tem muita estrutura para identificação desse sangue. Achamos manchas de sangue tanto no veículo, quanto na casa, tanto nas roupas dele, a gente conseguiu identificar a autoria dele, embora ele continue negando", relatou o delegado em entrevista concedida à TV Bahia.
O suspeito de 43 anos, foi localizado nesta quarta-feira (19). Já Edna Barbosa da Silva, que desapareceu na manhã de segunda-feira (17), foi encontrada carbonizada e enterrada em uma cova rasa na zona rural de Jaborandi, no Oeste da Bahia. O suseito deve responder por feminicídio em contexto de violência doméstica e familiar.
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