Polícia
O dentista Gustavo Chiovatto Najjar, acusado por sete mulheres de importunação sexual e condenado por um estupro dentro do próprio consultório, continua com o registro ativo no Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal (CRO-DF) e atende na mesma clínica, localizada na área central de Brasília, onde as pacientes foram abusadas.
Especialista em harmonização facial, Gustavo Najjar foi condenado a seis anos de prisão, inicialmente em regime semiaberto, pela 3ª Vara Criminal de Brasília, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). A defesa recorreu da sentença, mas o recurso ainda não foi julgado.
Segundo o Metrópoles, o CRO-DF não abriu nenhuma investigação interna com base no código de ética da profissão, mesmo após as denúncias e a condenação judicial. O dentista não teve o registro suspenso nem sofreu qualquer restrição para exercer a atividade.
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Fontes afirmam que o motivo da falta de punição está ligado ao poder do pai do condenado, Samir Najjar. “Se fosse qualquer outro profissional, já teria sido instaurado processo ético. No momento, não existe nenhuma decisão que impeça ele de atuar”, disse um servidor do conselho ao Metrópoles.
A Polícia Civil descobriu, a partir dos depoimentos das vítimas, que Gustavo usava um modus operandi: inicialmente, fazia contato nas redes sociais; depois, oferecia uma avaliação na clínica, sempre marcando a consulta para o último horário do dia, quando os funcionários já haviam saído. Durante a avaliação para harmonização facial, ele pedia que as mulheres se despisse para mostrar o processo de cicatrização ou flacidez, momento em que ocorria o abuso sexual.
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