Polícia

Diarista suspeita de matar casal de idosos em condomínio luxuoso tinha dívida de R$ 40 mil com agiota e é viciada em apostas

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A diarista, que confessou o crime, foi flagrada por câmeras de segurança saindo do prédio após o assassinato do casal  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 02/07/2026, às 11h45 - Atualizado às 11h55



Apontada como principal suspeita de matar um casal de idosos com golpes de faca, a diarista Paola Stefany Neto Cirino, presa na madrugada desta quinta-feira (2), em Minas Gerais, tinha várias dívidas relacionadas a apostas online.

Segundo o G1, a mulher também já chegou a dever cerca de R$ 40 mil a um agiota. As informações vieram à tona após a Polícia Civil, responsável pela captura da suspeita, fazer essas revelações à imprensa.

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Durante depoimento à polícia, familiares da diarista teriam relatado que, para quitar a dívida de aproximadamente R$ 40 mil, parentes precisaram se unir para recolher o valor. Também segundo os depoimentos, Paola Stefany tinha problemas com "Jogo do Tigrinho" e outras apostas virtuais.

O crime

O casal, identificado como Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram encontrados mortos dentro do apartamento onde morava, em um edifício de alto padrão no bairro São Pedro, em Belo Horizonte (MG), na tarde de terça-feira (30).

A perícia apontou que Cláudio foi atingido por 17 facadas, enquanto Maria Clotilde sofreu sete golpes.  Ambos apresentavam ferimentos nas mãos e nos braços, indicando que tentaram se defender durante o ataque. Com o decorrer das investigações, a polícia concluiu que o casal foi vítima de latrocínio — roubo seguido de morte. 

Suspeita confessou o crime

Imagens de câmeras de segurança flagraram uma mulher entrando no prédio por volta das 7h30 e saindo às 15h30. De acordo com as investigações, trata-se de Paola, diarista da família.  Segundo a polícia, após matar o casal, a mulher tomou banho no apartamento, trocou de roupa e deixou o prédio carregando bolsas, mochilas e outros pertences das vítimas.

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