Polícia

Empresário do ramo de carros de luxo é investigado na Bahia por furto qualificado

Reprodução/ Redes Sociais
Boris Padilha já foi investigado em um esquema de lavagem de dinheiro  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Redes Sociais
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 29/06/2026, às 14h13



O empresário Boris Maciel Padilha, que já foi alvo da Operação Integration, onde era investigado por um esquema de lavagem de dinheiro proveniente de jogos ilegais, também responde a inquérito na Bahia investigado pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos por furto qualificado com abuso de confiança ou mediante fraude.

Um boletim de ocorrência foi registrado no 7 de novembro de 2025, em um inquérito presidido pelo delegado Marcel Alves Rocha ao qual o Bnews teve acesso. Boris já foi intimado a prestar esclarecimentos, mas não compareceu à delegacia e não justificou a sua ausência. Ele é investigado por furto qualificado mediante fraude, apropriação indébita e agiotagem.

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Uma das vítimas de Boris seria Carlos Eduardo Barbosa, que foi até o 15º Cartório de Notas da Comarca de São Paulo para declarar que tentou negociar uma Ferrari Roma de cor cinza ano 2021 e modelo 2022, emplacada no Rio de Janeiro, mas por falta de condições financeiras decidiu devolver o carro ao proprietário, Antonio Galvão Baptista Soares, mas Boris teria entrado no negócio sem o consentimento do dono e tomou posse do veículo.

Carlos declarou em cartório não ter qualquer tipo de vínculo com Boris e que o empresário se recusa a devolver o carro, tampouco informar onde está o veículo para que o dono possa ir buscar. Vale ressaltar que a Ferrari teve uma tentativa de venda pelo valor de R$ 2.800.000, sem sucesso.

Segundo apurado pelo Bnews, Boris estaria em Mônaco e também responde a um inquérito na 4ª Delegacia da Divecar (Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas) em São Paulo. Ainda conforme apuração do Bnews, Boris deve responder por estelionato já que as provas são robustas quanto ao cometimento do crime.  O empresário seria dono de veículos de luxo avaliados em mais de R$ 40 milhões, incluindo três Ferrari, dois Rolls Royce e duas Bentley.

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