Polícia

Ex-mulher de coronel preso por matar soldado diz sofrer perseguição e perturbação há quase 20 anos; saiba detalhes

Reprodução / Instagram / Gisele Alves Santana
A mulher apontou que já mudou número de telefone algumas vezes por conta da perseguição e perturbação de coronel preso  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram / Gisele Alves Santana
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 02/04/2026, às 17h57



Uma dentista de 51 anos e ex- mulher do coronel Geraldo Leite Rosa Júnior, preso por matar a soldado Gisele Alves Santana, registrou um boletim de ocorrência para denunciar a perturbação cometida pelo ex-marido, na Polícia Civil de Taubaté (PC), no interior de São Paulo (SP).

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O caso aconteceu na manhã do dia 18 de janeiro de 2010. De acordo com o Portal Metrópoles, a mulher teria afirmado em depoimento para a Polícia Civil que, após o casal se separar, a Justiça determinou as datas em que Geraldo poderia visitar e levar junto a filha, que era fruto do antigo relacionamento.

A polícia apontou que a mulher estaria sendo perturbada por Geraldo logo após a separação, quando ele estaria indo até a casa dela, em horários e datas que não possuíam determinação da Justiça.

A dentista ainda teria dito que o coronel realizou tantos telefonemas em horários diferentes, que ela mudou a sua linha telefônica por três vezes. Como forma de se aproximar da mulher, Geraldo alegava que estava procurando pela filha. Por conta das ações do preso, ela foi orientada pela Polícia Militar a registrar o boletim de ocorrência.

Gisele solicitou uma medida para que o coronel mantivesse distância dela, mas Geraldo permaneceu sem obedecer a medida.

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