Polícia

Grávida mata padrasto a facadas ao tentar defender mãe em briga

Divulgação/Ascom PCBA
A suspeita de 19 anos, que está grávida de 9 meses, está foragida  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Ascom PCBA
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 05/03/2026, às 18h07



Uma discussão entre um casal terminou na morte de um homem de 38 anos, chamado Tiago dos Santos Procópio, na madrugada desta quinta-feira (5), em Suzano, na Grande São Paulo (SP), após uma jovem grávida de 19 anos, esfaqueá-lo com a intenção de defender a mãe.

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O boletim de ocorrência apontou que Tiago chegou a ser levado para o Hospital Maternidade de Suzano, mas já chegou ao local sem vida. De acordo com a CNN Brasil, os policiais militares foram chamados ao local por volta das três da manhã para atender a ocorrência na unidade de saúde.

No local, a esposa do homem contou que havia discutido com o marido após confrontá-lo sobre uma possível traição. Durante a discussão, segundo o relato, o homem passou a agredi-la com socos. A esposa não teve o nome revelado

Ao presenciar as agressões, a filha da mulher, Nicoly da Silva Gonçalves, de 19, e que está grávida de nove meses, teria interferido na briga. O Boletim de Ocorrência apontou que a jovem pegou uma faca e golpeou o padrasto para interromper a violência. Após o ataque, Nicoly deixou o local e ainda não foi localizada. A Polícia Civil realiza buscas para encontrá-la.

Ferimentos sofridos

Com a agressão, Tiago sofreu um ferimento profundo na região da clavícula provocado por arma branca, causado após o golpe realizado por Nicoly, na tentativa de interromper as agressões e defender a própria mãe.

A mulher agredida passou por exames de corpo de delito para comprovar as lesões decorrentes da agressão. A perícia foi acionada para analisar o local do crime, e o corpo dele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). Testemunhas que estavam na casa no momento da ocorrência também prestaram depoimento.

O caso é investigado pela Delegacia de Polícia de Suzano, que instaurou inquérito, e decidir se houve situação de legítima defesa na ação da jovem.

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