Polícia

Homem que matou mulher grávida e bebê na Bahia é preso em Minas Gerais depois de ficar foragido por oito anos

Divulgação/Polícia Civil - Reprodução/Redes Sociais
A jovem, grávida de oito meses, foi morta em Porto Seguro; suspeito tinha mandado de prisão em aberto  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Polícia Civil - Reprodução/Redes Sociais
Cibele Gentil

por Cibele Gentil

Publicado em 09/08/2026, às 15h45



Um homem de 28 anos, identificado como Bruno Jorge Lage, foi preso na última sexta-feira (7). Sobre ele pesa a acusação do assassinato da baiana Raisa Rodrigues Santos, de 19 anos, e do seu bebê. A jovem estava grávida de oito meses. O crime aconteceu na cidade de Porto Seguro, no sul da Bahia, em 2018.

A prisão aconteceu no estado de Minas Gerais, após Bruno permanecer por oito anos foragido. Ele foi encontrado no município de Medina, localizado no Vale do Jequitinhonha.  

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Segundo informações da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o homem era considerado foragido desde a expedição do mandado de prisão pela Justiça baiana. A prisão foi efetuada por agentes da Delegacia Regional de Pedra Azul. O cumprimento do mandado foi possível graças à troca de informações entre as forças dos dois estados, levando à localização do suspeito.

Sobre o caso

O crime aconteceu na noite de 19 de março de 2018, em Porto Seguro. De acordo com os relatos da época, o autor teria abordado a vítima dizendo que "chegou sua hora". Raisa ainda tentou se refugiar na casa de um parente, mas foi perseguida e alcançada pelos disparos da arma de fogo. Ela foi atingida três vezes, inclusive no abdome.

Segundo foi relatado, o autor dos disparos ainda deu alguns tiros para o alto, tentando evitar que os moradores iniciassem uma perseguição, enquanto ele fugia em uma bicicleta. A jovem chegou a ser socorrida e conduzida ao Hospital Luís Eduardo Magalhães. Na unidade hospitalar, Raisa submetida a uma cesariana de emergência, mas nem ela nem o bebê sobreviveram.

Quando o crime aconteceu, a família de Raisa afirmou que a jovem era mãe de uma criança de quatro anos e que não tinha envolvimento com atividades ilícitas. Ela estaria solteira e não havia revelado a identidade do pai da criança. Investigações apontavam que ela teria sido vítima de uma disputa entre facções criminosas.

Classificação Indicativa: Livre

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