Polícia

“Má influência”: Homem agride companheira por manter amizade com mulheres solteiras; ASSISTA

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Agressor alegou que as relações de amizade com solteiras seriam má influência para sua mulher; o homem foi preso  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Cibele Gentil

por Cibele Gentil

Publicado em 17/04/2026, às 10h41 - Atualizado às 11h23



Mais um caso de violência contra a mulher foi registrado na Bahia. Um homem agrediu sua companheira na cidade de Ibirapitanga, localizada ao sul do estado, na última quarta-feira (15). Após o registro da ocorrência, o agressor foi preso.

O relato

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Conforme informações fornecidas pela Polícia Civil, o suspeito teria justificado o ato de violência por causa do comportamento da sua mulher. Ele alegou que a vítima mantinha amizade com mulheres solteiras. Para o agressor, ter essas amizades seria uma “má influência” apara a companheira.

Em nota divulgada para a imprensa, a corporação detalhou que o suspeito tem 38 anos. A agressão teria acontecido no último domingo (12), na residência em que ele e a vítima viviam, no distrito de Itamarati.

Conforme relato do suspeito à polícia, além da amizade da vítima com outras mulheres solteiras, a agressão teria ocorrido depois de algumas trocas de mensagens da esposa. Segundo contou, ele teria flagrado uma conversa dela com um número de telefone desconhecido em um aplicativo de mensagens. O suspeito segue preso e está à disposição da Justiça.

Registro em vídeo

No momento em que o pai discutia com a mãe, a filha do casal, uma adolescente de 13 anos, chegou a filmar parte da discussão que terminou na agressão da vítima. Durante o registro, o homem percebe que está sendo filmado e interrompe a gravação.

O vídeo tem repercutido através das redes sociais. Em um comentário de uma das postagens, um internauta lembra da importância de se interromper os ciclos de violência contra as mulheres e do trabalho da polícia.

No comentário, o internauta salienta que, mesmo que a vítima retorne ao agressor, não se pode julgar pois só quem vive a situação sabe o que se passa. “Julgar não ajuda — acolher, proteger e orientar faz toda diferença”, dizia no comentário.

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