Polícia
por Vagner Ferreira e Cauan Borges
Publicado em 29/05/2025, às 15h23
A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP), por meio da Polícia Civil, realizou na manhã desta quinta-feira (29), às 11h, na sede da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), localizada no Aeroporto Internacional de Salvador, a destruição de mais de uma tonelada de armas de fogo.
Ao todo, cerca de 1.200 armamentos, entre pistolas, revólveres e armas longas apreendidas em operações policiais nos últimos anos, foram eliminados de forma definitiva.
A ação visa reforçar o combate à criminalidade por meio da retirada de armamentos ilegais de circulação. Durante o evento, o delegado-geral da Polícia Civil, André Viana, destacou a importância de tornar esse tipo de ação mais frequente.
“Nós garantimos que vamos estar destruindo todo esse armamento e trazendo essa resposta, porque fica o número de apreensões sempre sendo demonstrado e nós não apresentamos para a população a destruição. Então, essa destruição vai ser apresentada de forma constante e justamente com esse verso. Não só de mostrar que essas armas não vão ser mais utilizadas, mas também de garantir que essas armas também não vão ter que tirar a vida de mais ninguém”, enfatizou Viana.
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O processo de destruição segue normas técnicas e envolve o acompanhamento de especialistas. Arthur Galla, coordenador de fiscalização de produtos controlados, explicou os motivos pelos quais as armas apreendidas não são reutilizadas pelas forças de segurança.
“Hoje a gente não precisa mais desse tipo de arma. Primeiro que são armas que não seguem a nossa dotação. Então assim, não justifica a gente ter uma arma dessa em ENA porque são armas distintas das armas que nós utilizamos. Os investimentos em aquisição de armas de ponta em termos mundiais foram incrementados nos últimos anos. A Polícia Civil hoje está muito bem armada, a gente não necessita realmente desse tipo de armamento”, destacou o coordenador.
O secretário da segurança pública, Marcelo Werner, ressaltou que as armas destruídas foram apreendidas nos últimos três anos, após conclusão de inquéritos e autorização judicial para descarte. Segundo ele, a iniciativa será incorporada de forma permanente à rotina da SSP.
“São armas apreendidas nos últimos três anos, que houve, logicamente, um inquérito policial, a solicitação de destruição desse armamento, e hoje a gente simboliza que essas destruições de agora em diante vão se tornar permanentes. Há, por parte da Polícia Civil e da coordenação do Doutor Arthur, um trabalho para que a gente possa, cada vez mais rápido, logicamente após a perícia e após a decisão judicial, trazer essas armas para a destruição e retirando-as de forma definitiva de circulação das nossas peças”, afirmou o secretário.
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