Polícia

Médico que matou colegas havia sido liberado de prisão “por não oferecer risco”; entenda

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O médico já havia sido julgado por um caso de agressão e injúria racial contra funcionários de um hotel em Aracaju  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Mariana Cedrim

por Mariana Cedrim

Publicado em 18/01/2026, às 14h04 - Atualizado às 14h51



O médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, preso sob a acusação de matar dois colegas de profissão, em São Paulo, já havia sido detido em 2025, mas acabou com a prisão preventiva revogada e foi liberado pela Justiça por não apresentar “riscos à ordem pública”.

À época, o médico foi julgado sobre um caso de agressão e injúria racial contra funcionários de um hotel em Aracaju (SE). Testemunhas relataram que ele estava embriagado e alterado no hotel. Carlos atacou fisicamente um funcionário, além de proferir ofensas  a outro trabalhador com frases de cunho racista. O momento foi resgistrado por câmeras de segurança no local.

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O médico foi levado ao Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), na capital sergipana, ficou um mês detido até ser liberado, após pagar uma fiança no valor de 10 salários mínimos e se compromenter em se apresentar mensalmente à Justiça. 

Nessa sexta-feira (16), Carlos Alberto foi preso novamente, após ser acusado de matar Luís Roberto Pellegrini Gomes e Vinicius Dos Santos Oliveira durante uma briga em um restaurante de luxo, na Avenida Copacabana, no bairro Alphaville Plus, em Barueri, na Grande São Paulo.

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