Polícia

Moradores do Cabula IV são feitos de reféns dentro de bar durante confronto policial

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Moradores são colocados como reféns em bar localizado próximo do Condomínio Governador José Marcelino  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 13/09/2025, às 16h32



Moradores do Cabula IV foram colocados como reféns na noite desta sexta-feira (12), dentro do 'Bar de Ailton', localizado próximo do Condomínio Governador José Marcelino, após um confronto policial.

"As guarnições realizavam rondas na localidade da Engomadeira quando foram recebidos a tiros por um grupo de homens. Durante o acompanhamento, os suspeitos invadiram um estabelecimento comercial na Rua Silveira Martins e fizeram quatro pessoas reféns", informou a Polícia Militar ao BNews. 

As vítimas foram levadas, em seguida, para a 1ª Delegacia Territorial dos Barris (1ª DT). “Teve que vir todo mundo para cá, porque foi considerado um sequestro, Graças a Deus que ninguém teve nada e está todo mundo bem, todo mundo tranquilo. Foi só um susto”, disse um dos reféns. “Foi um processo longo, tinha arma no meio”, continuou.  

Ao BNews, a Polícia Militar enviou uma nota esclarecendo o ocorrido: 

Na noite desta sexta-feira (12), policiais militares da 23ª CIPM, com apoio do Bope, atuaram em uma ocorrência de cárcere privado no bairro do Cabula, em Salvador. Os reféns foram libertados, quatro homens foram presos, arma e dinheiro apreendidos.
As guarnições realizavam rondas na localidade da Engomadeira quando foram recebidos a tiros por um grupo de homens. Durante o acompanhamento, os suspeitos invadiram um estabelecimento comercial na Rua Silveira Martins e fizeram quatro pessoas reféns.
A primeira intervenção foi conduzida pelas equipes da 23ª CIPM, que contiveram a situação até a chegada dos especialistas do Bope. Com o emprego do protocolo de negociação, os reféns foram libertados e os suspeitos se renderam.
Na ação, foram apreendidos uma pistola calibre.40, cinco munições intactas, um carregador com capacidade para 15 munições, um carregador com capacidade para 30 munições, cinco correntes, cinco celulares destruídos e R$ 25.640,00 em espécie, estando parte das cédulas queimadas.
Os suspeitos e todo o material foram apresentados à Central de Flagrantes para adoção das medidas cabíveis.

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