Polícia

Morta pelo CV, Diaba Loira tinha tatuagem gigante de chefões do TCP, alvos de operação nesta terça

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Imagem gigante mostrava uma mulher armada, fazendo o número três em referência ao TCP  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Redes Sociais
Alex Torres

por Alex Torres

Publicado em 28/08/2025, às 08h32 - Atualizado às 09h03



A mudança de lado da traficante conhecida como Diaba Loira, que deixou o Comando Vermelho (CV) e migrou para o Terceiro Comando Puro (TCP), foi o fator determinante para a execução da criminosa, que foi morta a tiros na madrugada do último dia 15 de agosto

Entre os indicativos que evidenciavam a devoção de Diaba Loira pela nova facção, está uma tatuagem que ela ostentava em todas as suas costas. A imagem gigante mostrava uma mulher armada, fazendo o número três em referência ao TCP.

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O desenho continha também um coelho, em homenagem a William Yvens da Silva, o Coelhão, e um jacaré, que representava Wallace de Brito Trindade, o Lacoste, ambos chefes do TCP, e alvos da operação policial desta terça-feira, deflagrada nas comunidades da Serrinha, Juramento, Fubá e Campinho.

A ação das polícias Civil e Militar visam conter o avanço do CV em direção à Zona Oeste. A ação resultou em três presos, além da apreensão de um fuzil e drogas e também da destruição de 18 seteiras, estruturas usadas por traficantes para realizar disparos de precisão.

A "guerra urbana" que tem se estabelecido nas comunidades do Rio de Janeiro, entre CV e TCP, tem ficado marcada pelo uso de armamento pesado, granadas e munição traçante. Além disso, o conflito opõe Doca, líder do CV, a Coelhão e Lacoste, que são lideranças do TCP.

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