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Mortos na Avenida ACM são suspeitos de integrar quadrilha responsável por vários arrombamentos na Bahia

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Polícia acredita que eles eram oriundos dos bairros de Tancredo Neves e Nordeste de Amaralina  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 30/07/2025, às 07h29 - Atualizado às 07h34



Os dois suspeitos mortos durante um confronto com a Polícia Militar na madrugada desta quarta-feira (30), na Avenida Antônio Carlos Magalhães (ACM), em Salvador, são suspeitos de integrar uma quadrilha envolvida em uma série de arrombamentos a lojas de grandes redes nas cidades de Salvador e Camaçari, na Região Metropolitana.

A informação foi confirmada pela Polícia Militar, que aponta a dupla como parte de um grupo especializado em ataques coordenados a estabelecimentos comerciais. O veículo Renault Logan prata, utilizado pelos suspeitos, já havia sido identificado em ações criminosas ocorridas nos dias 22 e 24 de julho, quando pelo menos 12 criminosos participaram de arrombamentos às lojas da Natura, Top Magazine e Magazine Luiza, entre outras.

De acordo com a PM, os dois homens estavam sendo monitorados por equipes do Batalhão Apolo e da Rondesp Atlântico. Eles foram localizados nas imediações da estação do metrô da região da Polêmica, a bordo do Logan com restrição de roubo e placa clonada. Durante a tentativa de abordagem, os suspeitos abriram fogo contra os policiais, dando início a uma intensa troca de tiros.

Alvejados, os dois chegaram a ser socorridos ao Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiram aos ferimentos. Eles não portavam documentos de identificação e, até o momento, permanecem sem qualificação formal. A polícia acredita que eles eram oriundos dos bairros de Tancredo Neves e Nordeste de Amaralina, apontados como base de apoio da quadrilha.

Apreensões
Na ação, os policiais apreenderam uma metralhadora calibre 9mm da marca Rossi, com numeração suprimida; um revólver calibre .38, também com numeração raspada; além de munições, dois celulares e o veículo usado nos crimes. As investigações estão sendo conduzidas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Classificação Indicativa: Livre

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