Polícia

Mulher presa por esfaquear cabeleireiro após ficar “igual ao Cebolinha” já foi detida e internada na Europa; saiba motivo

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A mulher apresentou o histórico de problemas relacionado a drogas e transtorno psicóticos ao esfaquear cabelereiro  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 12/05/2026, às 19h26



A mulher de 27 anos, Laís Gabriela Barbosa da Cunha, que foi presa após esfaquear um cabeleireiro em um salão de beleza na Barra Funda, em São Paulo (SP), já tinha sido presa e internada na Inglaterra.

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Laís se envolveu em uma confusão em um bar em 2025. De acordo com a CBN, ela teria tirado a roupa, agredido policiais e apresentado comportamento agitado sob suspeita de efeito de drogas. O documento da polícia apontou que ela foi diagnosticada com transtorno psicótico agudo e transitório não especificado, além de ter histórico por uso de substâncias e autoagressão.

Os registros apontaram que, ao receber alta médica, Laís foi orientada a utilizar medicamentos antipsicóticos e ansiolíticos. Outros documentos mostram que ela já havia recebido o mesmo diagnóstico em 2023 e que, no final do último abril, foi internada com suspeita de hepatite medicamentosa.

A defesa de Laís apontou que o tratamento psiquiátrico no Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, precisou ser interrompido devido ao seu quadro clínico.

Relembre o caso

A confusão aconteceu no último dia 5 de maio. Laís teria voltado ao salão para pedir a devolução do dinheiro após reclamar do corte da franja que, segundo ela, teria ficado igual ao personagem do desenho 'Turma da Mônica', Cebolinha.

Durante a discussão, ela retirou uma faca da bolsa e atingiu o cabeleireiro Eduardo Ferrari pelas costas enquanto ele atendia uma outra cliente no local. Laís teria sido parada pelo gerente do salão. Em seguida, a Polícia Militar foi chamada até o local e registrou o caso inicialmente como lesão corporal, ameaça e autolesão.

A defesa do cabelereiro apontou que houve tentativa de homicídio e homofobia. A Corregedoria da Polícia Civil abriu uma investigação para apurar as motivações do registro da ocorrência.

A defesa de Laís argumenta que a mulher sofreu um surto psicótico depois de ter interrompido o uso de medicamentos e afirmou que a faca, usada no ataque, era carregada por ela por conta do medo de assaltos em São Paulo (SP).

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