Polícia
por Gabriel Santana
Publicado em 20/03/2026, às 15h31
Uma mulher, de 31 anos, sem nome revelado, reclamou de várias irregularidades e o constrangimento sofrido durante o enterro da própria mãe, na tarde da última quinta-feira (19), no Cemitério da Paz, em Belo Horizonte (MG).
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Ao chegar no local para realizar o enterro, a família encontrou a cova com restos mortais visíveis, com baratas e um forte odor. De acordo com o O Tempo, ao ver a situação, a mulher questionou o responsável pela limpeza das covas, dando início a discussão.
A filha da mulher morta apontou que o trabalhador pegou uma pá e ameaçou bater caso alguém partisse para agressão. A mulher procurou a administração do cemitério e o responsável pelo local se dispôs a resolver o problema. Foi preciso aguardar mais de 40 minutos para que a limpeza da cova fosse feita e o sepultamento pudesse ocorrer.
A demora fez com que o enterro fosse realizado de forma imediata, com o corpo sendo colocado diretamente na cova, sem o procedimento característico. A família da mulher revelou que se sentiu desrespeitada e constrangida, já que a situação aconteceu frente aos parentes e amigos. O caso foi registrado.
Em nota, a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica (FPMZB) afirmou que não compactua com a atitude e que caso alguma irregularidade no atendimento seja comprovada, serão tomadas as medidas cabíveis.
O coveiro mencionado é funcionário de empresa terceirizada responsável pela prestação de serviços nos cemitérios municipais e o caso já está sendo devidamente apurado junto à empresa”.
O órgão revelou que no momento do sepultamento, estava acontecendo uma exumação em um jazigo próximo ao local do enterro, o que pode causar a saída de insetos do solo e que a situação é esperada em casos semelhantes, mas que a região foi limpa antes do sepultamento acontecer.
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