Polícia
A Operação Forlands, deflagrada nesta quinta-feira (24) pela Polícia Federal (PF) e Receita Federal revelou um cenário em que veículos de alto padrão, nomes de fachada e um esquema suspeito de movimentação financeira, pode ter ajudado a sustentar organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas. O objetivo da operação é desarticular uma rede suspeita de lavar dinheiro oriundo do narcotráfico.
De acordo com informações da coluna de Mirelle Pinheiros, do portal Metrópoles, sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Curitiba (PR) e Itapema (SC), além do bloqueio de contas bancárias e bens em valor que pode chegar a R$ 5 milhões. A decisão foi expedida pela 14ª Vara Federal de Curitiba.
As investigações dão conta de que uma das estratégias do grupo era a negociação e revenda de veículos, inclusive carros de luxo, por meio de transações com indícios de fraude. Para isso, utilizavam-se de “laranjas” (pessoas e empresas interpostas) com o objetivo de ocultar a origem ilícita dos recursos.
A operação é um desdobramento da “Follow the Money”, deflagrada em março de 2024, que já apontava para uma teia financeira montada para dar aparência de legalidade ao dinheiro vindo do tráfico. Já a Forlands revela mais detalhes do esquema e aprofunda esse elo, revelando a atuação de operadores que facilitavam a circulação de recursos, permitindo a sustentação de atividades criminosas de maneira disfarçada e persistente.
O material apreendido será analisado pela PF e pela Receita Federal e encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF). Os suspeitos podem ser condenados a penas que ultrapassam os 10 anos de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa.
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Cadastrado por Lorena Abreu
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