Polícia

PF prende homem no Caminho das Árvores e mira rede de tráfico ligada ao Comando Vermelho

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Operação conjunta da PF mira rede articulada que promove lavagem de dinheiro com obras de arte e imóveis de luxo em Salvador e RMS  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Google Street View
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 31/07/2025, às 08h44



A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (31), durante a 2ª fase da Operação Convictus, um homem no bairro do Caminho das Árvores acusado de ser integrante da facção criminosa Comando Vermelho e integrar uma rede de tráfico de drogas com atuação em bairros de luxo de da capital baiana e ramificações na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A identidade do homem não foi revelada. 

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A ação é realizada em conjunto com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e apoio da Polícia Militar da Bahia (PM-BA). Ao todo, foram expedidos oito mandados de prisão da operação, sendo seis deles cumpridos nesta quinta.

Um dos alvos já está preso. Trata-se de Rodolfo Borges Barbosa de Souza, apontado como um dos líderes do CV que atuava nas regiões do Nordeste de Amaralina, em Salvador, e no bairro de Portão, em Lauro de Freitas. A atuação dele, segundo o Gaeco, vai desde a lavagem de dinheiro do tráfico através de empresas fantasmas até a aquisição de obras de arte e imóveis residenciais e comerciais em nome de terceiros, bem como em marmorarias e ferro-velho.

De acordo com a PF, a ação desta quinta-feira é fruto de uma investigação de uma organização que adquiria grandes quantidades de entorpecentes — como maconha tipo skunk, cocaína, crack, ecstasy, lança-perfume, tetracaína e cafeína — e os distribuía principalmente em Salvador e Região Metropolitana.

Além do tráfico de drogas e armamentos, foi desvendado um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, envolvendo empresas de fachada, contas bancárias de terceiros, veículos de luxo e o uso de lojas de automóveis para dissimular os lucros obtidos com a atividade criminosa. As movimentações financeiras identificadas ultrapassam R$ 5 milhões.

Classificação Indicativa: Livre

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