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Polícia divulga valores milionários supostamente movimentados por vereador preso em operação contra o CV; veja

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Após prisão de vereador, PCRJ se defende de acusações do PSD sobre uso político da polícia em investigações  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Instagram | @policiacivil_rj
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 14/03/2026, às 09h45 - Atualizado às 09h55



Após o secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ), Felipe Curi, e o governador do estado, Cláudio Castro, serem acusados pelo  Partido Social Democrático (PSD) do RJ por suposto uso político da polícia - devido à prisão do vereador Salvino Oliveira -,  a instituição policial voltou a se manifestar nas redes sociais acerca das acusações.

Na publicação feita nesta sexta-feira (13), a PCRJ divulgou uma nota oficial detalhando a investigação que resultou na captura do parlamentar, detido em uma operação contra o Comando Vermelho  (CV). Ele foi solto nesta sexta-feira (13).

Além de falar como Salvino se tornou alvo da polícia, a instituição também revelou valores supostamente movimentados por ele e pessoas próximas. "Os dados levantados revelaram que, em apenas quatro meses, o investigado recebeu créditos suspeitos e/ou atípicos que ultrapassaram R$ 100.000,00, incluindo onze depósitos em dinheiro vivo", diz um trecho da nota.

Ainda no comunicado, a PCRJ disse que as investigações apontaram fortes indícios de que o grupo tentou burlar os mecanismos de controle e fiscalização. "Uma vez que foram registrados quatro saques de R$ 49.999,99".

"O assessor do investigado, por sua vez, é sócio da empresa que recebeu R$ 390.000,00 em duas transferências sem motivação lícita aparente e enviou mais de R$ 1.000,00,00 para outra empresa sem justificativa comercial identificável", diz outra parte do informativo.

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