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Policiais femininas teriam ido limpar apartamento em que PM morreu com tiro na cabeça, diz testemunha

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A morte da PM Gisele Alves Santana, inicialmente considerada suicídio, agora é tratada como suspeita  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Redes Sociais
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 10/03/2026, às 07h34 - Atualizado às 07h43



Ao menos três policiais mulheres teriam ido limpar o apartamento em que a PM Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça, em São Paulo. A  versão foi apresentada por uma testemunha durante relato à Polícia Civil.

Conforme divulgado pelo g1, a testemunha - que reside no mesmo condomínio - contou que as Pfems chegaram no espaço no final da tarde do dia 18 de feveriro,  mesmo dia da morte de Gisele. Ainda segundo relato, as três policiais acessaram o local acompanhada por uma funcionária do edifício. 

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Gisele Alves Santana  foi encontrada morta na última quarta-feira (18), dentro do apartamento em que morava, no bairro do Brás, que fica no centro de São Paulo. Inicialmente, , o caso foi registrado como possível suicídio. No entanto, a situação foi posteriormente alterada para "morte suspeita".

Recentemente, áudios e imagens captados por câmeras de segurança instaladas no local onde  Gisele Alves Santana foi achada morta trouxeram novos desdobramentos do caso à tona. A

Conforme informações divulgadas pelo Fantástico, as imagens mostram que o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Neto, companheiro da vítima, foi o primeiro a pedir socorro. Na gravação, ele aparece falando em um celular, em um corredor que dá acesso ao apartamento onde a PM foi encontrada baleada.

“Alô. É o tenente-coronel Neto, estou no Brás. A minha esposa é policial feminina, ela se matou com um tiro na cabeça. Manda um resgate, uma viatura aqui agora, por favor", diz ele na ligação, na reportagem exibida pelo Fantástico.

A tragédia  está sendo investigado pela Polícia Civil como "morte suspeita".

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