Polícia
A madrugada deste sábado (26) dentro de um bar localizado no Rio Vermelho, em Salvador, terminou em confusão e tiro. Isso porque um policial militar efetuou um disparo em meio a um tumulto dentro do Show Bar, localizado na Praça Colombo.
De acordo com informações iniciais, uma mulher foi abordada por um homem que a chamou para dançar, mas ela se recusou. Diante da negativa, ele se virou para o acompanhante da jovem e afirmou estar "apaixonado" por ela.
Após ouvir a resposta negativa, o policial teria sacado uma pistola e atirado contra o chão deixando todos os clientes em pânico.
Em nota, a Polícia Militar informou que a ocorrência foi atendida por equipes da 12ª Companhia Independente (CIPM/Rio Vermelho), que realizaram diligências na região e em unidades de saúde, mas inicialmente não constataram a entrada de vítimas relacionadas ao caso. Depois, uma mulher compareceu à unidade policial relatando ter sido atingida por estilhaços.
A PM disse ainda que a Polícia Civil já identificou o policial militar supostamente envolvido na situação e reforçou que colabora com a investigação, adotando os trâmites disciplinares previstos internamente.
Em nota, a Civil confirmou que o suspeito já foi identificado e acrescentou que as diligências seguem em andamento para localizá-lo e esclarecer o caso. A autoridade investigadora disse ainda que testemunhas já foram ouvidas.
Em entrevista exclusiva ao BNews, um representante do estabelecimento disse que é comum a presença de policiais dentro da casa noturna, que funciona durante a madrugada, e frisou que em 99% das situações consegue desarmar os agentes de segurança. Segundo ele, ninguém viu ou ficou sabendo da confusão. Apenas tomaram conhecimento por meio da imprensa.
O representante comentou ainda que alguns deles são agressivos e não querem, a priori, guardar a arma em local seguro dentro do bar. Para ele, os donos de casas noturnas de Salvador são vítimas de situações como essa por conta de uma portaria que autoriza a entrada de agentes de segurança armados em locais de grande aglomeração. "Vou procurar a corregedoria da PM e também entrar com um processo de danos morais. Um caso como esse pode causar uma fatalidade", frisou.
O empresário salientou que é muito perigoso a junção de arma e bebida alcóolica de policiais que gostam de curtir a noite nos bares da capital baiana.
A equipe do BNews segue investigando o caso e aguarda novos desdobramentos da ocorrência.
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Veja portaria que autoriza o uso de armas em locais privados
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