Polícia

Policial e gerente de banco são alvos de operação que investiga fraude milionária na Bahia; saiba como a dupla agia

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Os envolvidos responderão por associação criminosa e estelionato, enquanto a PF continua as investigações para novas prisões.  |   Bnews - Divulgação Divulgação / PF
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 07/08/2025, às 07h28 - Atualizado às 07h34



Uma operação da Polícia Federal (PF) em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público da Bahia (MP-BA), sacudiu Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, na manhã desta quinta-feira (7). Batizada de Segunda Camada, a ação mirou um grupo suspeito de integrar um esquema de fraudes bancárias que causou prejuízo milionário à Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras.

Dois suspeitos foram presos preventivamente, e a polícia cumpriu ainda quatro mandados de busca e apreensão, além de bloquear contas bancárias e suspender do cargo um gerente de banco suspeito de colaborar com os criminosos. O cerco aconteceu em bairros da cidade e foi acompanhado de perto pela Corregedoria da Polícia Civil da Bahia, já que um dos investigados é um policial civil.

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A ofensiva é um desdobramento da operação Fake Front, deflagrada em maio deste ano. Naquela ocasião, a PF descobriu que ao menos 21 contas foram abertas com documentos falsos em agências da Caixa, em Feira e em Brasília, com o objetivo de obter empréstimos fraudulentos. O golpe já causou um rombo superior a R$ 1 milhão.

Com novas provas em mãos, os investigadores identificaram uma “segunda camada” da organização criminosa: pessoas que agiam nos bastidores, cooptando gerentes e fornecendo dados sigilosos para facilitar os golpes. Entre os alvos desta fase estão justamente quem dava o suporte técnico e institucional à quadrilha.

Os investigados devem responder por associação criminosa e estelionato. A Polícia Federal segue com as apurações para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

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