Polícia
Apontada como autora intelectual da morte de uma professora, que era tida como sua rival, Edvania Pereira de Morais, a 'Vaninha', única mulher a integrar o Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), está prestes a completar sete anos como foragida da Justiça.
Desde o dia 20 de junho de 2019 - data que foi inserida no Baralho, ferramenta que reúne os criminosos mais perigosos do estado - que as forças policiais da Bahia tentam descobrir o paradeiro da Oito de Paus do Baralho do Crime.

Segundo a SSP-BA, Vaninha planejou e contratou pessoas para matar a professora Élida Márcia de Oliveira Nascimento Souza, 32 anos, executada a tiros, no dia 20 de fevereiro de 2019, na cidade de Juazeiro, região norte da Bahia. Na época, a vítima foi morta na frente da própria casa, dentro de um carro, quando se preparava para ir para o trabalho. O marido e a filha, de 2 anos, de Élida presenciaram o crime cometido por dois homens que estavam em uma motocicleta.
À época do crime, as diligências iniciais apontaram que Vaninha encomendou a morte da professora por não aceitar o fim do relacionamento com o marido da vítima, no qual já viveu uma relação amorosa. Além de Vaninha, a SSP-BA também inseriu Maicon Neves dos Santos no Baralho, após as investigações revelarem que ele e um comparsa foram contratados por Edvania. Maicon, preso no estado de Goiás em outubro de 2024, foi apontado como o atirador, enquanto o outro suspeito teria conduzido a motocicleta até o local da execução
As forças de segurança da Bahia trabalham pela linha de investigação de que Vaninha, na tentativa de dificultar a sua localização, tenha buscado outros estados como refúgio, já que, diversos trabalhos de campo e inteligência foram realizados na Bahia e, até então, a criminosa não foi alcançada.
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