Polícia
Publicado em 18/01/2025, às 09h19 - Atualizado às 09h20 Yuri Pastori
Um estudo do Observatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), que é a mais antiga organização não governamental da causa na América Latina, aponta que Salvador é a capital mais perigosa para a comunidade LGBTQIAPN+, pois lidera o número de mortes violentas de pessoas da comunidade entre as capitais com 14 registros.
Na sequência do ranking divulgado pelo portal G1 aparecem a capital paulista (13) e a mineira (7), em segundo e terceiro lugar, respectivamente. A capital baiana é a mais perigosa em números absolutos, no entanto, quando são analisados os dados proporcionais ao número de habitantes, Salvador fica em quarto, mas fica na frente do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte e atrás apenas de Cuiabá, Palmas e Teresina.
A pesquisa, realizada há 45 anos, leva em consideração notícias veiculadas na imprensa e correspondências enviadas à ONG. São computados homicídios, latrocínios, suicídios e outras causas de mortes.
O G1 não teve retorno do Governo do Estado e do Governo Federal até o fechamento da reportagem. De acordo com o GGB, os governos não têm dados específicos de mortes violentas de pessoas da comunidade LGBTQIAPN+.
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Ranking das capitais mais violentas em números absolutos:
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