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Servidores da Caixa Econômica são alvos de operação que apura fraudes bancárias na Bahia; prejuízo é superior a R$ 1 milhão

Ilustrativa | PF
Grupo criminoso se passava por idosos para realizar saques fraudulentos em contas da Caixa Econômica  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa | PF
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 11/12/2025, às 08h53 - Atualizado às 09h06



Servidores da Caixa Econômica Federal (CEF) estão entre os alvos da Operação Mimetismo, deflagrada nesta quinta-feira (11), contra um grupo criminoso que utilizava falsificação de biometria para cometer fraudes bancárias em unidades localizadas em Salvador e no interior da Bahia.

Conforme divulgado pela Polícia Federal, os suspeitos se passam por clientes idosos para realizar os golpes. O grupo virou alvo da PF após a CEF identificar irregularidades no cadastramento de biometria facial e digital em contas de pessoas com idade superior a 100 anos. Ainda de acordo com a instituição, as fraudes permitiam movimentações indevidas e saques vultosos, causando prejuízo com potencial ofensivo superior a R$ 1 milhão, apenas em contas de clientes da Bahia.

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"Os investigados realizavam cadastramentos biométricos fraudulentos em agências da Caixa no Pará, utilizando pessoas mais jovens para se passar por correntistas idosos. Após a inclusão da biometria, ocorriam saques sucessivos em lotéricas e depósitos em contas vinculadas ao grupo criminoso. Parte dos envolvidos são empregados da instituição financeira, contratados recentemente, que se valiam do acesso privilegiado para facilitar as fraudes", detalhou a polícia.

Também conforme divulgado pela PF, cerca de 20 contas fraudadas que estavam vinculadas a agências da Caixa Econômica Federal foram identificadas nas cidades baianas de Guanambi, Salvador, Serrinha, Eunápolis, Feira de Santana, Castro Alves, Cachoeira, Euclides da Cunha, Conceição do Coité e Itamarajú.

Estão sendo cumpridos dois mandados de suspensão do exercício de função pública contra empregados da Caixa e três mandados de busca e apreensão, em endereços nas cidades de Belém/PA e Dom Eliseu/PA, além do bloqueio judicial de contas bancárias dos investigados, visando descapitalizar o grupo criminoso.

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