Polícia

Sogra vaza vídeos íntimos de adolescente nas redes sociais por não aceitar namoro do filho

Reprodução/TV Anhanguera
Mulher é indiciada por divulgar conteúdo íntimo de adolescente em redes sociais e grupos de mensagens  |   Bnews - Divulgação Reprodução/TV Anhanguera
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 29/05/2026, às 06h25



Uma mulher foi indiciada após divulgar imagens íntimas da namorada do próprio filho, uma adolescente de 14 anos, em redes sociais e grupos de mensagens. O caso aconteceu em Rio Quente, no sul de Goiás, e é investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO).

Acesso ao celular do filho

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Segundo a investigação, a mulher acessou o celular do filho, de 16 anos, onde encontrou os arquivos da jovem. Por não aceitar o relacionamento entre os dois, ela decidiu compartilhar o material com outras pessoas.

A família da adolescente procurou a Polícia Civil (PC) após descobrir a circulação do conteúdo. De acordo com o relato, a divulgação provocou grande exposição da vítima.

Investigação identifica autora

O inquérito foi instaurado no dia 13 de maio e concluído nesta semana. Durante as apurações, os agentes chegaram até a mãe do adolescente como responsável pela divulgação das imagens.

"Ela mexeu no celular do filho, viu as imagens e resolveu divulgar", afirmou o delegado Fabiano Henrique Jacomelis.

Ainda conforme a Polícia Civil de Goiás (PCGO), a motivação do caso está ligada a conflitos familiares envolvendo o relacionamento dos adolescentes.

Material enviado à mãe da vítima

As investigações apontaram também que o conteúdo foi encaminhado à própria mãe da adolescente. Segundo o delegado, o envio partiu de um aparelho vinculado à irmã da investigada.

“A investigação apontava para a mãe do adolescente. A mãe da vítima já tinha essa informação sobre a mãe dele”, disse.

Indiciamento e possível pena
A sogra da vítima foi indiciada pelo crime de divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de sexo ou de pornografia. Caso a autoria seja confirmada pela Justiça, ela pode cumprir pena de até cinco anos de prisão.

Classificação Indicativa: Livre

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