Polícia

REVOLTADO! Sturaro mostra indignação com sensação de impunidade por parte de criminosos e dispara: "O que falta é lei"

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Diretor da GCM de Salvador destaca a necessidade de leis mais rigorosas após execuções de policiais  |   Bnews - Divulgação Deivid Santana/BNews
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 17/04/2026, às 08h38 - Atualizado às 08h59



O diretor-geral da Guarda Municipal de Salvador (GCM), Humberto Sturaro, voltou a mostrar sua indignação sobre a ausência de leis mais severas no que tange a àrea da Segurança Pública.

Em entrevista nesta sexta-feira (17), ao programa BNews Agora, na Itapoan FM, Sturaro, que é coronel da reserva da Polícia Militar da Bahia (PMBA), lamentou as mortes do soldado da PM Samuel Novais e  do investigador da Polícia Civil Adailton Rocha, ambos executados durante diligências diferentes, na quarta-feira (16), em Salvador. Em um trecho da sua declaração, ele destacou, inclusive, que um dos envolvidos na morte de Samuel tinha sido  preso recentemente.

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"O que falta é lei. Veja, o cara que matou o policial em Brotas foi preso no dia 3 e no dia 5 já estava solto, mas estamos resilientes, trabalhando. Eu lido com segurança pública desde os 19 anos de idade.  A nossa polícia, hoje, conseguiu colocar o nosso estado como o terceiro estado com maior número de apreensão de arma, mas não resolve. Não resolve porque a sensação de segurança não chega", pontuou Sturaro.

Ainda na entrevista, o diretor da GCM disse que, embora a segurança pública da Bahia esteja sendo coordenada por gestores competentes com perfis operacionais, delitos cometidos pelo crime organizado continuarão ocorrendo enquanto segurança for vista e tratada apenas como uma demanda da polícia. 

"Nós temos o secretário da SSP, o comandante-geral da PM e o delegado-chefe, que são todos de área, todos de tropa, empenhados. Segurança pública, hoje, não é só a polícia. Na hora que a polícia sai, como aconteceu na ocorrência do Engenho Velho de Brotas, outro órgão tem que entrar. Não pode ser só segurança pública. Todas as secretarias têm que ter uma participação nisso para que o tráfico não se estabeleça".

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