Polícia
O tenente-coronenl da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), Hidelgard Moura, explicou como foi a ação dos policiais militares durante a segunda fase da Operação Mirakel, deflagrada na manhã desta quarta-feira (14) pelas forças de segurança da Bahia e que resultou na prisão de cinco suspeitos de vender canetas emagrecedoras de forma ilegal.
Em entrevista ao BNews durante uma coletiva de imprensa no prédio da Polícia Civil, em Itapuã, o tenente-coronel afirmou que mais de 300 policiais civis e militares estiveram nas ruas para auxiliar na operação.
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"A operação nasceu do policiamento orientado pela inteligência, seguindo as diretrizes do comando de policiamento da região atlântica, bem como do comando de polícia militar, em parceria com a Polícia Civil através dessas informações obtidas na primeira fase. Então, hoje, com cerca de 300 policiais militares e civis, fizemos a segunda fase da operação, que nós denominamos a operação de intervenção, e conseguimos isso nas cinco prisões", disse.
Questionado sobre como os suspeitos reagiram no momento da prisão, o oficial afirmou que “não houve reação por parte dos presentes, fruto de um trabalho de inteligência muito forte e de uma extensividade realizada pelas especializadas".
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