Polícia

Viúva Negra, procurada no Brasil por matar seus ex-maridos, também está na lista vermelha da Polícia Internacional

Reprodução | Site Interpol
Viúva Negra é acusada de quatro homicídios e duas tentativas  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Site Interpol
Silvânia Nascimento

por Silvânia Nascimento

silvania.nascimento@bnews.com.br

Publicado em 14/06/2025, às 16h59 - Atualizado às 17h16



Acusada de quatro homicídios e duas tentativas de homicídio, sendo alguns deles contra seus ex-maridos, Heloísa Borba Gonçalves, a 'Viúva Negra', além de ser procurada pelas Forças de Segurança do Rio de Janeiro, também integra a lista vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal, a Interpol.

No site da organização intergovernamental, a descrição pelos crimes cometidos por Heloísa, de 75 anos, aparece como 'assassinato e tortura'. Natural do Rio Grande do Sul, a suspeita, também conhecida como Heloísa Gonçalves Duque Soares Ribeiro ou Heloísa Saad, é considerada foragida desde 2011 quando foi condenada a 18 anos de prisão.

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Segundo informações do site Procurados - ferramenta do Disque Denúncia que opera em parceria com as Secretarias de Estado da Polícia Civil e Militar do RJ - dentre os delitos pelos quais ela foi denunciada está a morte de Jorge Ribeiro, um dos maridos. Ela também é a principal suspeita da morte do ex-namorado Wargih Murad, que descobriu seu passado suspeito, e do pedreiro que o acompanhava na ocasião.

Casou com dois ao mesmo tempo e foi acusada de bigamia

A atuação da Viúva Negra no mundo do crime não se resume apenas a homicídios. Ainda segundo o portal policial, quando ela era casada com o militar Jorge Ribeiro (citado acima), casou-se, ao mesmo tempo, com o comerciante aposentado Nicolau Saad, que morreu pouco tempo depois. "Com idade avançada, sua morte foi tida na época como natural. Ela passou, então, a usar uma antiga procuração do marido para transferir imóveis do falecido e acabou condenada por falsidade ideológica. Enquanto mantinha os dois relacionamentos, Heloísa engravidou e, segundo o Tribunal de Justiça do Rio, induziu os dois a registrarem a criança".

A polícia do Rio de Janeiro orienta que, quem tiver qualquer informação a respeito de Heloísa,  denuncie pelos seguintes canais: Whatsapp ou Telegram Portal dos Procurados (21) 98849-6099; pelo facebook/(inbox).

Também podem ser feitas pelos canais https://www.facebook.com/procurados.org/,  mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, ou pelo Aplicativo para celular - Disque Denúncia RJ. 

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