Política
Publicado em 13/01/2016, às 12h47 Cíntia Kelly (@cintiakelly_)

O ministro chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, usou mais uma vez suas redes sociais para sair em defesa da continuidade do mandato da presidente Dilma Rousseff. Ele reafirma. “Não é por causa da baixa popularidade que se retira um presidente do poder”, diz um dos posts publicado no Twitter.
Nesta quarta-feira, o Estadão traz matéria em que trata da delação de Nestor Cerveró. Ex-diretor da área Internacional da Petrobras, Cerveró declarou à Procuradoria-Geral da República que em setembro de 2013, o senador Fernando Collor (PTB-AL) afirmou que suas negociações para indicar cargos de chefia na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, haviam sido conduzidas diretamente por Dilma Rousseff.
As delação e a divulgação do depoimento deixaram o Palácio do Planalto em alerta. Não é muito lembrar que o processo de impeachment de Dilma está em curso na Câmara Federal.
Wagner diz que é papel da oposição criticar, divergir do governo, mas deve respeitar a vontade da população que elegeu Dilma.

O Congresso Nacional retoma os trabalhos no dia 1º de fevereiro. Duas das principais pautas são o processo de impeachment de Dilma e a CPI dos Fundos de Pensão, em que Wagner será convocado para depor.
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