Política
por Anderson Ramos e Daniel Serrano
Publicado em 21/07/2026, às 14h54 - Atualizado às 14h59
O senador e pré-candidato à reeleição Jaques Wagner (PT-BA) evitou comentar, nesta terça-feira (21), a intimação da Polícia Federal (PF) para prestar depoimento no inquérito que apura suspeitas de recebimento de propina do Banco Master.
Durante o evento que oficializou o professor Edvaldo Brito (PSD) como primeiro suplente de sua chapa, Wagner afirmou que seguirá a orientação de sua defesa e não tratará do assunto publicamente.
"Eu, por orientação do meu advogado, eu não falo sobre o tema, eu tô falando só sobre campanha, e ele responde sobre isso aí. Mas eu tô tranquilo, acho que, assim como em 2018, a inocência será provada, independente da... dessa agitação que tá agora", declarou.
De acordo com a CNN Brasil, Wagner foi intimado pela Polícia Federal a prestar depoimento no dia 7 de agosto. O senador é investigado em um inquérito que apura suspeitas de recebimento de propina envolvendo o Banco Master.
No dia 18 de julho, Wagner foi alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero. A ação ocorre no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master.
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