Política
Publicado em 29/03/2016, às 09h34 Victor Pinto (Twitter: @victordojornal)

O serviço semelhante a um táxi tradicional, porém mais barato, já foi chamado pelo prefeito ACM Neto (DEM) e o secretário de Mobilidade Urbana, Fábio Mota, como clandestino, pois não se enquadrada na legislação municipal em vigor que regulamenta o transporte pago de passageiros.
Vicente Barreto, presidente da Coometas e Gilberto Oliveira, presidente da Coastaxi, foram taxativos no discurso contrário ao Uber. “Isso só vai prejudicar o trabalhador que tem que se esforçar para pagar as taxas, as vistorias e dependem do táxi para sobreviver”, aprontou Oliveira.
Vereadores como Alfredo Mangueira (PMDB) e Moisés Rocha (PT), no discurso no plenário, se posicionaram contra o aplicativo. O peemedebista, inclusive, é autor de um projeto de lei que tenta barrar a chegada do aplicativo na capital do estado. A líder da oposição, vereador Alaldilce Souza (PCdoB), chamou atenção para o que classificou de “falta de debate sobre o transporte em Salvador”. “Precisamos pacificar as relações”, pediu.
Um parlamentar municipal ligado ao prefeito afirmou, categoricamente, que quase 90% da CMS vai se posicionar contra, mas é sabedor de que será difícil barrar a chegada da nova modalidade de transporte que desponta nos grandes centros do Brasil, como Rio de Janeiro e São Paulo.
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Publicada originalmente às 18h do dia 28 de março
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