Quatro presos temporários da Operação Lava Jato foram soltos em Curitiba nesta sexta-feira (8), por ordem do juiz Sergio Moro.
Todos eram empresários que participaram de um consórcio para a construção do Cenpes (Centro de Pesquisas da Petrobras), no Rio de Janeiro.
Eles são investigados sob suspeita de pagarem propina pelo contrato a funcionários da estatal e agentes políticos, incluindo o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira que também foi alvo da Lava Jato na última segunda (4), e está preso preventivamente.
Os quatro presos temporários –Genésio Schiavinato Júnior, da Construbase; Edison Freire Coutinho, da Schahin; Erasto Messias da Silva Júnior, da Ferreira Guedes; e Roberto Ribeiro Capobianco; estavam detidos desde o início da semana.
O prazo das prisões vencia nesta sexta.
Tanto a Polícia Federal quanto o Ministério Público Federal entenderam que os quatro prestaram os esclarecimentos necessários, e por isso poderiam ser liberados pela Justiça. Moro acatou o pedido.