Política

Hospital Roberto Santos já contratou 600 novos profissionais após requalificação

Publicado em 22/11/2016, às 18h21   Redação Bocão News



Muito mais do que requalificar o hospital Roberto Santos na parte física, a secretaria de Saúde do Estado Bahia tem garantido um acréscimo no quadro funcional da unidade hospitalar. De acordo com informações da própria Sesab, deve chegar ao mês de dezembro de 2016 com um aumento de cerca de 30% no número de funcionários em relação a dezembro de 2014.

Foram contratados mais 619 multiprofissionais (enfermeiros, técnicos em enfermagem, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, assistentes sociais e psicólogos) pela diretoria da unidade, algo possível em razão da implementação de uma série de ações que visaram à ampliação da capacidade de atendimento para a capital e interior do estado.

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 Considerado o maior hospital público do Norte e Nordeste, o HGRS – após a reestruturação iniciada em 2015 – abriu, ainda, 64 leitos de internação e terapia intensiva.

 A Unidade de Acidente Vascular Cerebral (UAVC-HGRS), que, conforme dados do Ministério da Saúde, é uma das três mais produtivas do Brasil, foi responsável por, somente em 2016, realizar 113 trombólises (tratamento utilizado para dissolver coágulos nos vasos do cérebro em casos de AVC isquêmico). O índice representa um crescimento de 110% em relação a 2014.

 Responsável pelo segundo maior volume de cirurgias biliodigestivas de alta complexidade do país no último ano, o serviço de cirurgia do Hospital Roberto Santos otimizou visivelmente o cronograma de procedimentos no bloco cirúrgico da instituição. Em relação ao ano de 2014, hoje, o HGRS faz 40% mais cirurgias, contando com ampliação de 50% na quantidade de salas cirúrgicas.

 Todos os avanços conquistados desde o ano passado são, de acordo com o diretor-geral, Antonio Raimundo de Almeida, consequências de um trabalho baseado em planejamento estratégico. "Adotamos medidas duras que tinham como objetivo melhorar o atendimento do Roberto Santos. Conseguimos reduzir o tempo médio de internação de 32 para 11 dias e também aumentamos o faturamento do SUS [Sistema Único de Saúde] em quase 200%", afirma.

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