Política

Roma diz que prefeitura bancava diária de PMs e acusa Rui de sacrificar o povo

Publicado em 22/08/2017, às 11h38   Eliezer Santos



João Roma, chefe de gabinete do prefeito ACM Neto, disse, nesta segunda-feira  (21), que a prefeitura ainda não avaliou acionar a justiça, como fez o presidente da Câmara Municipal de Salvador, vereador Léo Prates, para demover o governo do estado da decisão de ter tirado parte dos policiais militares que atuavam na guarda institucional executivo municipal.

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"O prefeito ACM Neto ainda não falou nada nesse sentido".

Segundo Roma, a prefeitura arcava com os custos dos militares em serviço e foi surpreendida com a decisão do governador Rui Costa, sobre quem disse ter agido com "postura vingativa", após críticas do prefeito às questões de segurança do estado.

"A prefeitura tem um convênio com a Polícia Militar e era a gente que pagava a diária do policial em serviço. É querer tratar todo mundo de bobo. Acho até que o governador se arrependeu, foi no ímpeto e fez política rasteira. Lamentamos a postura vingativa. Ele tem sacrificado a população, e não seu adversário".

Publicada originalmente em 21/08 às 20h38

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