Política

2 de julho: Felipe Freitas demonstra confiança na pré-candidatura de Zé Neto em Feira de Santana

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O secretário ainda atualizou a situação dos hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico (HCT)  |   Bnews - Divulgação Joilson César / BNews

Publicado em 02/07/2024, às 10h25   Thiago Teixeira e Daniel Serrano



O secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), Felipe Freitas, teve presente no Largo da Lapinha para o Desfile Cívico em comemoração pela Independência do Brasil na Bahia, celebrado neste dia 2 de julho.

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Em conversa com a imprensa, Freitas demonstrou certo otimismo em relação a eleição para a prefeitura de Feira de Santana. Para o secretário, a má avaliação da gestão do atual prefeito Colbert Martins (MDB) vai interferir negativamente na pré-candidatura de Zé Ronaldo (União Brasil).

“A hegemonia de Feira de Santana é dos últimos 24 anos. Colbert é parte de um projeto político, como ele mesmo tem afirmado, que governa a cidade há 24 anos initerruptamente. O balanço social a cidade tá fazendo. É uma avaliação negativa, um índice de reprovação gigantesco, que um índice de reprovação aos últimos 24 anos da gestão da cidade”, disse

“E se expressa nas pesquisas [de intenção de voto para as eleições deste ano. Zé Ronaldo nunca teve uma largada tão baixa e Zé Neto nunca teve uma largada tão boa como nessa eleição. Então, acho que isso é um sinal de mudança que vai acontecer na cidade”, acrescentou.

Hospital de custódia e tratamento psiquiátrico (HCT)

Felipe Freitas ainda comentou sobre uma determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), tomada no ano passado, que pedia o fim dos hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico (HCT). 

Segundo o secretário, as unidades seguirão atendendo os custodiados após uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que estende o prazo para que os hospitais sejam fechados.

“Tem uma decisão do ministro Fachin, que mantem o prazo pra o fechamento das unidades. O governo do Estado tá trabalhando para que todos os custodiados tenham o atendimento previsto na lei, que é o encaminhamento para as unidades terapêuticas e, quando for necessário, o acompanhamento em uma unidade prisional com os profissionais do SUS”, disse.

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