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2 de Julho: manifestação por piso salarial termina em confusão durante ato

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Durante as comemorações da Independência, protesto pacífico se transformou em violência  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 02/07/2025, às 13h21 - Atualizado às 13h32



A população de Salvador foi às ruas do centro da capital baiana, nesta quarta-feira (2), para participar das comemorações da Independência do Brasil na Bahia.

Além da celebração da data, alguns grupos aproveitam a oportunidade para realizar manifetações. Foi o caso de grupo de servidores municipais da educação que se reuniram nas proximidades da Irmandade do Rosário dos Pretos, localizada no Largo do Pelourinho, com placas cobrando o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), o pagamento do piso nacional da categoria.

No entanto, o que era para ser uma manifestação pacífica foi palco de um ato de violência. Um vídeo, encaminhado ao BNews, mostra o grupo protestando na entrada do templo religioso, até que um homem aparece empurrando uma mulher na escadaria da igreja, onde protestava contra o prefeito. [veja as imagens abaixo]

Informações iniciais dão conta de que o episídio teria acontecido instantes após Bruno Reis entrar na igreja ao lado da vice-prefeita, Ana Paula Matos (PDT).

O BNews procurou a Prefeitura de Salvador para obter detalhes sobre o caso, mas, até a publicação da matéria, não obteve resposta. O espaço segue aberto para esclarecimentos.

Greve dos professores

Os professores da rede municipal de ensino anunciaram greve no início de março deste ano, pedindo o pagamento do piso salarial nacional da categoria.

Em maio, a Prefeitura de Salvador encaminhou um proposta de reajuste salarial dos servidores da cidade, incluindo os professores. No entanto, a sessão extraordinária para a votação do reajuste foi marcada por confusão entre os vereadores e servidores. Apesar do tumulto, o reajuste foi aprovado.

Mesmo com a decisão dos vereadores, os professores seguem com a greve. Após dois meses de greve, o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) decidiu declarar a ilegalidade do movimento e aplicando uma multa diária para R$ 100 mil e autoriza que o Município bloqueie os repasses das contribuições sindicais proporcionalmente aos dias de greve.

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