Política

Qual será o futuro político de Geddel

Imagem Qual será o futuro político de Geddel
Findada as eleições de 2010 o peemedebista começa articular seus rumos  |   Bnews - Divulgação

Publicado em 13/11/2010, às 16h00   Luiz Fernando Lima


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Segundo escalão no governo federal não é pouca coisa. Assumir a chefia de uma empresa estatal de médio ou grande porte, uma superintendência, ou ainda um cargo que permita exposição na mídia deve ser o próximo passo de Geddel Vieira Lima (PMDB).

Após três anos à frente do Ministério da Integração Nacional, o candidato derrotado na corrida pelo governo do estado provavelmente assumirá um papel de visibilidade na gestão de Dilma Rousseff (PT). No entanto, nos bastidores a informação que circula é que desta vez o peemedebista não ocupará um ministério.

Segundo uma liderança do PMDB, há no partido um entendimento de que todos os nomes que tenham expressividade devem assumir cargo negociado pela legenda durante um período. Isto quer dizer que, se Geddel já foi ministro, agora é a vez de outro nome ocupar o cargo que integra a cota do partido.

Em conversa com o Bocão News, após conceder entrevista ao Se Liga Bocão da rádio Itapoan FM, Geddel afirmou que agora o momento é de conversa e que qualquer informação é mera especulação. “A única coisa que eu garanto, obviamente, se tudo correr bem, é que disputarei o governo da Bahia em 2014”, confirmou.

Thomé de Souza

O que se sabe é que o ex-ministro precisa manter-se em evidência e que para isto deve assumir alguma pasta do governo federal, ou cargo do segundo bloco. Contudo, outros rumores sobre o futuro político do peemedebista dão conta de que é possível que ele dispute a sucessão municipal.

Se confirmada a especulação sobre a candidatura de Geddel para a prefeitura da capital baiana, quem sai da jogada é o deputado estadual eleito, Alan Sanches, que até o momento, e a despeito de ainda não ter nem assumido o cargo no parlamento estadual, é um dos cotados no partido para concorrer ao cargo que hoje é de João Henrique.

Geddel não nega e nem confirma a sua candidatura em 2012, mas revela a sua opinião. “Vamos (PMDB) trabalhar para termos candidato próprio, mais que isto, além de Salvador, o partido deve lançar nomes na maioria das cidades baianas”, disse.

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